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Secretaria de Direitos Humanos

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sábado, 14 de agosto de 2010

Eleições 2010





'Para ganhar eleição, não é pesquisa que importa', diz Dilma
Datafolha mostrou ex-ministra oito pontos à frente de José Serra.
Candidata do PT disse que não vai se deixar levar pelo 'salto alto'.


Dilma RousseffA candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff,
neste sábado (14) (Foto: Roberto Stuckert Filho)

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou neste sábado (14) que as pesquisas de opinião mostram que sua campanha “está indo bem”, mas disse que não vai se deixar levar pelo “salto alto”. Nesta sexta-feira (13), pesquisa Datafolha mostrou Dilma oito pontos percentuais à frente de José Serra (PSDB) na corrida presidencial –41% a 33%.

“A pior coisa que pode acontecer numa campanha é o salto alto, porque o salto alto combina duas coisas: a autossuficiência e a soberba. Dois grandes inimigos de qualquer ser humano em qualquer atividade”, declarou. “Acho que nós não vamos correr esse risco, porque eu estou muito consciente disso.”
A pior coisa que pode acontecer numa campanha é o salto alto, porque o salto alto combina duas coisas: a autossuficiência e a soberba. Dois grandes inimigos de qualquer ser humano em qualquer atividade"
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Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência

Dilma voltou a citar sua ligação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A eleição é dia 3 de outubro. É lá que de fato o povo faz a sua manifestação democrática. Para a gente ganhar eleição não é pesquisa que importa. Sabe o que importa? É a gente se esforçar ao máximo para comunicar o programa que nós desenvolvemos de continuidade e de aprofundamento do governo Lula”, afirmou a ex-ministra-chefe da Casa Civil.

A candidata do PT reservou a tarde deste sábado para gravações de programas eleitorais em um estúdio, em Brasília.

O cenário reproduzia uma sala, com mesa de estudos, estantes com livros e foi classificado pela candidata como um cômodo de uma casa da “nova classe média” brasileira.


Fonte:http://g1.globo.com/

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

BAHIA, CHUVA E STOCK CAR

Salvador com chuva. Não é uma boa combinação. Mas nada que um camarão grelhado e uma bem gelada não resolvam. Estar na Bahia já é bom demais. Isso é o que sente também a Stock Car, de volta ao circuito de rua que no ano passado acomodou 47 mil pessoas, fora as cinco mil que, mesmo sem ingresso pra comprar, assistiram à corrida atrás de um tapume, vendo os carros no telão e ouvindo ao vivo o barulho dos motores. A verdade é que, com as novas arquibancadas, os baianos estão prometendo 60 mil pessoas na corrida, mesmo um tanto aborrecidos com a quantidade de água que já caiu este ano – simplesmente 26 por cento a mais do que o mesmo período no ano passado.

O baiano provou e gostou da Stock Car. Governo do Estado e Prefeitura responderam a esse apoio público autorizando uma obra de alargamento de até 5 metros da pista em três trechos diferentes. A dificuldade de se criar pontos de ultrapassagem em um circuito de rua é sempre grande, especialmente quando se trata de carros de turismo como os da Stock Car, que são mais largos. Em relação a um Fórmula-1, a diferença é de 20 centímetros, mas chega a meio metro em relação a um monoposto como o Fórmula Renault, que já correu até em ruas mais estreitas aqui mesmo em Salvador. A etapa baiana da Stock Car só existe por causa de duas mulheres. Emilia Salvador Silva, da Bahiatursa, e Selma Morais, presidenta da Federação de Automobilismo da Bahia, que tem também um programa de televisão e já luta pela construção de um autódromo em uma área vizinha da Ford, Bridgestone e Continental, em Camaçari.

Hoje, uma sexta-feira, 13 de agosto, a Stock Car inicia um período de definição dos dez pilotos que entram no playoff. Faltam três etapas para se conhecer os dez, e o equilíbrio tem sido tão grande que, por exemplo, o atual campeão Cacá Bueno ocupa apenas a 8ª colocação. As cinco etapas disputadas tiveram cinco vencedores diferentes, incluindo dois estreantes no primeiro lugar do pódio – Felipe Maluhy e Atila Abreu. E a temporada caminha para repetir o extraordinário equilíbrio de 2009, que terminou com 10 vencedores diferentes em 12 etapas.

Nada melhor, durante as férias de meio de ano da Fórmula-1, do que presenciar uma Stock Car na Bahia. E, viajando de São Paulo para cá junto com vários pilotos, claro que a F-1 foi assunto. Nenhum deles duvida que a decisão do campeonato será mesmo entre Mark Webber, Lewis Hamilton, Sebastian Vettel, Jenson Button e Fernando Alonso, seguindo a ordem da classificação no campeonato, além de reconhecer que o melhor carro é e continuará sendo o RB-6 da Red Bull. Apenas três carros venceram no ano, mas a liderança mudou de mãos oito vezes, revezando-se entre seis líderes. O mais curioso é pensar que Mark Webber, aquele piloto que, quatro corridas atrás, em Valência, depois de sofrer aquele acidente espetacular, voando a 5 metros de altura, parecia ter saído da briga pelo título, agora é, de novo, o líder. E, portanto, mais forte do que nunca. Venceu quatro vezes, enquanto os rivais Vettel, Hamilton, Button e Alonso venceram duas cada.

O fato de o quinto colocado estar apenas 20 pontos atrás do líder – menos do que vale uma vitória na regra atual – é o que mantém a Ferrari na briga, com Fernando Alonso. Tudo bem que a matemática do espanhol não é a mesma do resto do mundo, porque ele garante que tem 50 % de chances. Ou seja, metade para ele, que é o 5º na classificação e a outra metade para os outros quatro à frente dele. Este equilíbrio pode ser quebrado nos dois próximos circuitos, Spa e Monza, que caem como uma luva para o carro da Red Bull. A McLaren, que era forte concorrentes em pistas velozes, andou perdendo a mão nas últimas três etapas, desde Silverstone. E a Ferrari, ao contrário, vem subindo desde Valência.

FONTE:http://globoesporte.globo.com/platb/sinalverde

Daniel prestigia homenagem a Lula

Os baianos se encarregaram de homenagear o presidente Lula com a medalha Dois de Julho. Como bom baiano e reconhecendo a importância de Lula para o desenvolvimento político e econômico do Brasil, o deputado Daniel, candidato à reeleição fez questão de participar da solenidade.

O evento aconteceu no último dia 22 de julho, no Palácio Rio Branco, sede do primeiro governo brasileiro. A Grã-Cruz da Ordem Dois de Julho – Libertadores da Bahia é uma condecoração dedicada aos estadistas que tiveram a atuação mais destacada pela garantia das liberdades públicas e da soberania brasileira.

Como bom baiano, Daniel considerou a homenagem justa. “ Lula tem sido um defensor dos interesses da Bahia. O presidente sempre atendeu com carinho as nossas reivindicações, prova disto são as inúmeras obras federais, já entregue ao estado”, afirmou Daniel.

Ao lado de Wagner, Lula se emocionou pela condecoração e agradeceu o carinho do povo baiano. “É uma honra inestimável para qualquer brasileiro”.

A solenidade contou com a presença de lideranças da administração federal, estadual e municipal e marcou o fim das celebrações e dos atos cívicos do Dois de Julho, data comemorativa da Independência da Bahia.


TSE divulga tempo de presidenciáveis


Tempo de Propaganda


Dilma Rousseff (PT) 10min38seg55

José Serra (PSDB) 7min18seg24

Marina Silva (PV) 1min23seg22

Plínio Sampaio (PSOL) 1min1seg94

Eymael (PSDC) 55seg56

Ivan Pinheiro (PCB) 55seg56

Levy Fidelix (PRTB) 55seg56

Rui C. Pimenta (PCO) 55seg56

Zé Maria (PSTU) 55seg56

Seu Mário - Conquista está com Jaques Wagner

Marcelo 65100

domingo, 8 de agosto de 2010

Wagner destaca a importância da inclusão social.




A comitiva de Wagner segue para a cidade de Araci, na região do sisal, onde fará carreatas até a tarde deste sábado. Em Teofilândia, Wagner falou sobre segurança pública e voltou a dizer que é preciso mobilizar os jovens e as famílias na luta contra as drogas: "Não existe sociedade sem os valores da família. Sem isso, fica mais difícil combater as drogas apenas com a ação policial".

Para cerca de 300 pessoas que acompanharam a carreata a pé, Wagner ressaltou que as ações de segurança pública envolvem a sociedade, com o resgate da cidadania e da inclusão social. Sobre a campanha eleitoral, afirmou que conquistou adesões porque o governo baiano, nesses últimos três anos e oito meses, tem sido mais transparente e democrático. "Por isso está aqui Otto Alencar e o prefeito de Barrocas, José Almir (PR), que em 2006 era nosso adversário", declarou.

O prefeito de Teofilândia, Tércio Nunes Oliveira, por sua vez, declarou que o apoio, e a participação do povo caminhando ao lado da carreata, "é a retribuição por tudo que Wagner fez na região. O povo quer Wagner de novo", afirmou.

Entrevista de Lula, imperdível


A Istoé publica na edição qu circula hoje uma entrevista imperdível de Lula. Franca, sincera, numa linguagem que corresponde a um discurso sincero, sem rebuscamentos e até com as expressões que a gente usa numa conversa entre amigos. Por conta dos compromissos de campanha, não posso comentá-la, mas recomendo sua leitura na íntegra na página da revista ou aqui, onde reproduzo em uma só parte para simplificar a leitura.

Ao lê-la, lembrei de uma frase que ouvi de Leonel Brizola: “eu uso as palavras para revelar meu pensamento, não para escondê-lo”.

Reproduzo apenas um trechinho em que ele fala sobre como ele demonstra claramente que, nas decisões de economia, embora ouvidos os técnicos, é política a decisão. Lula interferiu diretamente em duas decisões do Banco do Brasil e, com isso, atropelou o pessoal da “roda presa” que temia a ousadia ddas ações que levaram de novo o Banco para a primeira posição no mercado, que ele havia perdido para o Bradesco e para o Itau.

Os hipócritas dirão que isso é intervenção política. Agora imagine só se numa empresa privada o presidente ficar necessariamente preso à visão do brutocrata de segundo escalão que, “tecnicamente”, opina sempre contra a ousadia? A empresa ia se conduzir sempre no rame-rame da burocracia e não iria a lugar nenhum, exceto para o buraco, no longo prazo.

Veja só:

ISTOÉ – Há um temor no meio empresarial de um futuro governo da Dilma ser mais estatizante que o seu.
Lula – Não há essa hipótese. Eu conheço bem a Dilma e sei o que ela pensa. Obviamente que nós não queremos ser estatizantes, mas também não vamos carregar a pecha que nos imputaram nos anos 80, quando se dizia que o Estado não valia nada e que o mercado era o Deus todo-poderoso. Essa crise americana mostrou que o mercado é frágil, é corrupto e que quem tinha o Estado mais forte salvou-se primeiro. No caso do Brasil, se não tivéssemos o Banco do Brasil, como é que a gente iria comprar a carteira de financiamento de carro usado do Votorantim? Eu cheguei para o Banco do Brasil e para o companheiro Guido Mantega (ministro da Fazenda) e disse: “Companheiros, nós não podemos deixar quebrar as finanças de carro usado, porque se não vender carro usado não tem compra de carro novo.” Eu perguntei para o Dida (presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine): “Como o Banco do Brasil está? Pode financiar carro usado?” “Ah! Nós não temos expertise, presidente.” Eu perguntei, o que a gente faz então? “A gente tem que formar.” Que formar, o quê! Não temos tempo de formar, a crise está aqui, batendo à porta. Vamos comprar de quem tem. O Votorantim tem, quer vender? Então compramos 50% da expertise do Votorantim. Acabou o problema. O Serra queria vender a Caixa Econômica Estadual. Começaram a falar para mim: “Você não pode comprar, porque o Serra é candidato, é adversário, o Serra vai juntar muito dinheiro para a campanha.” Eu disse: vocês são doidos! Acham que, por causa da campanha do Serra, vou deixar de comprar um banco que permitirá que o Banco do Brasil volte a ser o maior do País? Quem vai fiscalizar o dinheiro do Serra é a Justiça Eleitoral, não serei eu. Nós vamos comprar. E compramos.

Aprovação da Secretaria Especial de Saúde Indígena comemoração parte 1

Senado aprova criação da Secretaria Especial de Saúde Indígena







O dia 3 de agosto de 2010 entra para a história do Movimento Indígena Brasileiro como uma data histórica. Depois de mais de dois anos de intensa articulação das lideranças indígenas junto ao governo, o Senado Federal aprovou a criação da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).

Cerca de 100 lideranças indígenas que vieram a Brasília para um esforço conjunto final pela aprovação, lotaram as galerias do Plenário durante a votação do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 08/2010, originado da Medida Provisória 483/2010. O PLV transfere a responsabilidade pela Saúde Indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para a nova secretaria, que estará vinculada diretamente ao Ministério da Saúde, com recursos próprios garantidos no orçamento da União e, principalmente, a certeza de que a partir de agora os indígenas terão direito um atendimento diferenciado, que corresponda às suas necessidades.

O projeto foi aprovado por unanimidade, sem alterações, e agora segue para sanção presidencial. A nova secretaria será a sexta do Ministério da Saúde, no mesmo nível hierárquico das demais existentes, e além da saúde também será responsável pelo saneamento nos territórios indígenas, a exemplo do que acontecia anteriormente na Funasa. Após a aprovação, os líderes indígenas presentes comemoraram a conquista com uma dança ritual próximo a rampa do Congresso. (Clique aqui e veja a comemoração)
O cordenador da Comissão Intersetorial de Saúde Indígena do Conselho Nacional de Saúde, Valdenir França, acredita que Secretaria de saúde trará mais esperança para a população indígena, frente ao caos que atualmente atinge as aldeias em todo Brasil com mortes de jovens e adultos, falta de atenção adequada e de medicamentos. “Nós temos a certeza de que com essa secretaria se abre um novo olhar para a população indígena. A situação está difícil, mas com essa vitória a gente espera que tudo vá dar certo. Sabemos que não é fácil, mas temos apoio de todo movimento indígena, das lideranças, para que a gente possa auxiliar nessa batalha da nova secretaria”.

Para que a secretaria passe a funcionar será necessário também a publicação de decreto presidencial, que definirá suas competências, estrutura de organização e execução descentralizada das ações de atenção à saúde dos indígenas por meio dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), entre outras questões, o que deve acontecer nos próximos dias. Até que seja publicada a sanção presidencial e o decreto estruturando a Sesai, os DSEI e a nomeação dos novos gestores, a Funasa continuará responsável pela execução das ações de atenção à saúde dos povos indígenas.

O atual Secretário de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde, Antonio Alves, teve participação fundamental junto às comunidades nas discussões que levaram à proposta da secretaria e é o nome indicado pelos indígenas para assumir o comando da Sesai. “É importante esclarecer que o Ministério da Saúde está tomando todas as providências necessárias para que a transição da atenção à saúde indígena da Funasa para a nova secretaria seja feita de forma transparente e responsável, democrática e participativa para evitar transtornos à saúde dos povos indígenas”, afirmou.

Histórico

A luta do Movimento Indígena pela Secretaria Especial teve início em 2008, quando lideranças indígenas criticaram e conseguiram barrar uma decisão do governo de criar, por meio de Projeto de Lei, uma Secretaria de Atenção Primária e Promoção da Saúde, onde a questão da saúde indígena estaria diluída entre diversos outros temas, correndo o risco de não se verem respeitadas as especificidades dos diferentes Povos Indígenas brasileiros.

Ainda no mesmo ano, a saúde indígena se destacou como tema principal do Acampamento Terra Livre e foi criado, dentro do Ministério da Saúde, um Grupo de Trabalho da Saúde Indígena (GT), formado por membros do governo e lideranças indígenas, que logo incorporaram a Secretaria Especial de Saúde Indígena como sua principal exigência.

Dseis

Graças também a mobilização do Movimento Indígena junto a suas bases e ao trabalho dos indígenas no GT foi conquistado, no ano passado, a autonomia administrativa dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis), pleiteada já na IV Conferência Nacional de Saúde, em 2006, e essencial para o pleno funcionamento da futura Secretaria.

Os Dseis são as unidades responsáveis pelo conjunto de atividades técnicas de atenção à saúde, que promovem a reordenação da rede de saúde e das práticas sanitárias e organizam as atividades administrativo/ gerenciais e estimulam o controle social. Com a autonomia administrativa dos Distritos a comunidade indígena vai estar mais próxima da gestão do recurso no que diz respeito à atenção básica. Com isso haverá maior agilidade na prestação dos serviços, diminuindo o tempo de resposta nas ações desenvolvidas pela instituição